A presidenta do PSD, Manuela Ferreira Leite, contrariou hoje o presidente do conselho de administração da PT, Henrique Granadeiro, dizendo que a venda da rede fixa foi decidida pelo Governo socialista...
Esposa de Bernard Madoff, condenado a 150 anos de prisão, terminou o silêncio relativo às fraudes do marido, afirmando que se sente "traída como toda a gente. Estou envergonhada. Como todo o mundo, sinto-me traída e confusa", afirmou Rute Madoff, 68 anos, em comunicado depois de o juiz federal Denny Chin ter condenado o marido a 150 anos de prisão.
A notícia divulgada este domingo, diz-nos que um estudo sobre as “Necessidades em Portugal – Tradição e Tendências Emergentes” revela aos investigadores que os portugueses são pobres, desmobilizados mas, apesar disso, felizes.
Somos assim, os portugueses?
No final do estudo os investigadores viram-se perante um país socialmente muito frágil, pouco capaz de se mobilizar individual e socialmente. Mas, apesar disso, com altos níveis de satisfação e felicidade.
Jerónimo de Sousa pediu que sejam tomadas “medidas urgentes” em Portugal para proteger o sector do leite, que enfrenta "dificuldades novas e incompreensíveis".
José Inocêncio, antigo presidente da Câmara Municipal de Alcochete, foi constituído arguido no caso Freeport. É a sexta pessoa sobre quem recaem suspeitas.
Um grupo de 28 “celebridades” redigiu um manifesto onde recomendam que as grandes obras de que se fala para o nosso País devem ser repensadas…
Um outro grupo está em formação para no próximo sábado apresentar também um manifesto com tomada de posição contrária ao primeiro.
E se o povão um dia também se organiza e resolve manifestar-se (à sua maneira, claro!) estas “celebridades” não passarão a portar-se mais decentemente?
José Manuel Marques, antigo vice-presidente do Instituto de Conservação da Natureza (ICN), é o quinto arguido no caso Freeport, noticiou a SIC.
A estória foi-nos dada a conhecer por Helena Roseta, no «Frente-a-Frente», desta noite, na SIC-Notícias, e reza assim:
- Um grupo de habitantes do bairro de barracas na zona da linha do Estoril quer assinalar o fim da existência daquele aglomerado e começou a recolher os lixos que por ali ficaram e, com o dinheiro apurado vão fazer uma festa.
Mais palavras para quê?
A líder do PSD, Manuela Ferreira Leite, garantiu que os social-democratas não vão pedir maioria absoluta nas próximas legislativas, afirmando que essa decisão compete unicamente aos eleitores.
Jerónimo de Sousa insistiu que a necessidade é de alterar a política nas próximas legislativas, considerando que em causa não está a alteração da personalidade.
O consumo de pão – segundo se diz no «Correio da Manhã» deste sábado - caiu mais de quinze porcento, em Portugal, nos primeiros cinco meses deste ano. Isto apesar de, no mesmo período, se ter registado uma ligeira diminuição do preço.
Não andavam por aí a dizer que os portugueses comiam muito pão?
A tenista setubalense Neuza Silva vai estrear-se no Grand Slam onde disputará o quadro principal.
Neuza ocupa o 155.º lugar do ranking mundial.
O negócio entre o FC do Porto e o Milan, sobre a transferência de Cissokho, dos portistas para os italianos, parecia estar acertado, mas os exames médicos revelaram que o jogador tem um desequilíbrio no maxilar inferior, que impede uma mordida simétrica.
Não se ficou a saber se o ex-jogador do Vitória de Setúbal (tranferido por uma tuta e meia para os dragões) estava a ser negociado para ser jogador de futebol (ou não), mas o certo é que se chega à conclusão de que (alguém) abriu muito a boca e o negócio foi por água abaixo…
Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP perguntou ontem, na Assembleia da República, o primeiro-ministro, se “não acha que se mantiver o rumo vai bater com a cabeça, na medida em que a mesma política vai conduzir ao mesmo resultado, isto é, ao fracasso desta política de Direita?”
Na minha terra esta expressão de “bater com a cabeça” é dita de outra maneira…
João Paulo Guerra, como sempre, deliciou-nos com esta crónica no Diário Económico:
Num país em que, muito provavelmente, grande parte da mais alta classe política não sabe quantos cantos tem o “Felizmente há Luar” - se é que tem cantos, ou serão actos? - é saudável que a peça de Luís de Sttau Monteiro faça parte do programa de Português do 12.º ano.
Mesmo tendo em conta que o autor entra na matéria do último período, isto é, por pouco não entrava. Mas, certamente por isso, o "Felizmente há Luar" também entrou no exame de Português do 12º ano: estava fresco, mesmo que apenas colado com cuspo, e proporcionava boas médias para apresentar na Europa. A opinião generalizada de alunos e professores é que a prova foi fácil.~
E numa reportagem do Público uma aluna esclarecia a razão da "facilidade": em seu entender, "Felizmente Há Luar" "é muito simples, não tem muita simbologia, é tudo muito literal, basta saber a obra para saber responder". Ou seja, a jovem não percebeu, ou ninguém lhe explicou, que a execução do general Gomes Freire de Andrade e o apelo final da viúva à revolta contra a tirania, embora sendo factos passados, escritos pelo autor em 1961 constituíam uma vigorosa intervenção no seu tempo. "Muito literal"? Pois, pois. Até os coronéis da Censura perceberam o paralelismo.
Em matéria de memória Portugal faz por esquecer. Tudo começou porque havia democratas de fresca data com um passado de compromisso ou simplesmente de complacência com a tirania. E depois há as "conotações" da liberdade, incompatíveis com a vocação do autoritarismo. A memória é perigosa. Quem tem hoje memória, por exemplo, do que dizia, em 1992, ano da sua morte, o capitão Salgueiro Maia? Dizia que os capitães da sua geração, "implicados" no 25 de Abril, estavam a ser tratados pelo poder político como "marginais".
jpguerra@economicasgps.com
Romance “Flor de Sal”, de Arlindo Mota, evoca os Anos 30 do século passado
Presidente da Câmara acusa chefe de secretaria de Alcochete de “infracções de carácter político”
Em 1939, Facco Leite, presidente da Câmara de Alcochete acusou Pinto Ferreira, então chefe de secretaria da mesma Câmara, de comportamentos graves, o que lhe valeu o levantamento por parte do Governador Civil da altura de um processo disciplinar “por infracção de carácter político”. A sua leitura revela-nos a verdadeira substância do regime, a sua prepotência e intolerância, e ao mesmo tempo o percurso da consolidação do regime: Concebe um sistema político assente numa Constituição suportada em aparências formais. Proíbe os partidos políticos, instituindo a União Nacional. Cria uma polícia política (a PVDE). Organiza forças paramilitares, à semelhança do fascismo italiano, como a Legião. O cerco aperta-se a toda a oposição. Esta reage, por vezes com recurso a acções violentas, sobretudo por parte da oposição anarquista.
É com base nesta preciosa fonte histórica que Arlindo Mota escreve o romance “FLOR DE SAL” onde tece uma construção ficcional, que vai muito para além do episódio quase anónimo das desavenças de um chefe de secretaria com os poderosos da Vila e membros influentes da União Nacional em Portugal na década de 30 do século passado. Que o leitor tenha a paciência e a perspicácia para entender que, sob o manto de um pano de fundo político, o que mais interessa ao Autor é conseguir transmitir a força das relações sociais num período circunscrito da nossa história ainda não muito distante, centrado num amor proibido que cresce por entre as areias do pecado e da intriga política.
Como escreve o Professor Barata-Moura no prefácio à Obra: “Animando personagens, situações, e relacionamentos, reconstruindo cenas que das diferentes peças processuais se desprendem, promovendo um enquadramento sóbrio nos ambientes da época, Arlindo Mota dá-nos a ver, e a pensar, toda uma pequena trama de episódios que pontuaram, com os seus jogos e teias de pequenos poderes de expressão local e de apadrinhamentos mais altos, a mesquinhez sórdida de um salazarismo quotidiano.”
O romance terá o seu pré-lançamento em Alcochete, no próximo dia 20 de Junho, pelas 16 horas na respectiva Biblioteca Municipal.
O Presidente da República diz que legislativas e autárquicas podem ‘coincidir’.
O governador do Banco de Portugal (BdP) admitiu hoje "alguma ingenuidade" relativamente ao BPN e que este processo "foi uma grande lição", afirmando ainda que "nem tudo foi perfeito mas que foi tudo feito na direcção certa".
Como desde o primeiro momento estava anunciado, as equipas masculina e feminina do Sporting renovaram, este domingo, em Leiria, os seus títulos nacionais de clubes. No sector masculino, o Sporting somou 149 pontos, contra 133 do Benfica e 90 do JO Monte Abraão; no feminino, as sportinguistas ainda tiveram mais folga: totalizaram 154 pontos, seguidas pelo JOMA (110) e Sporting de Braga (105).
Apesar do domínio sportinguista, a figura da jornada e dos campeonatos acabou por ser um benfiquista. Nelson Évora juntou o triunfo no triplo salto ao do comprimento, na véspera, e fê-lo com uma bela marca de 17,20, que lhe permitiu quase dois metros de vantagem sobre o seu seguidor, o sportinguista Carlos Calado (15,29m). Ironicamente, Calado, regressado recentemente aos treinos após longos anos de ausência, foi o primeiro (e único além de Évora) português a passar os 17m na disciplina.
Ronaldo é o melhor jogador do mundo. Não temos culpa disso, pois o “título” não terá sido encomendado.
Agora, Ronaldo é o jogador mais caro do mundo, com umas boas dezenas de milhões de euros a serem desembolsados por um clube espanhol para que o atleta madeirense vista a camisola dos madrilenos. Os jornais e noticiários televisivos e radiofónicos enchem-se com contas aos eurositos que o jovem vai ganhar e até vão ao ponto de o “pesar” para se saber que vale 54 vezes o seu peso em ouro.
Outros e os mesmos noticiam como e com quem o jogador passa a noite, como se alguém tivesse alguma coisa a ver com quem cada um se entretém.
Será que Ronaldo deveria dizer que não quer tanto dinheiro?
Ou será que chamam jornalismo à inveja?
O fundador do Banco Privado Português vai apresentar uma solução com dez pontos para a resolução do problema dos clientes de produtos de retorno absoluto e para a viabilização do banco. A solução passará pela entrega aos clientes de vinte porcento do capital do BPP.

Medalhado do tempo dos heróis soviéticos
Está no «Blogoperatório», foi escrito por José Teófilo Duarte, e reza assim:
“Ontem foi dia de homenagens pessoais a quem o país muito deve. Tudo bem: o país acha, e os achados ficam satisfeitos. As escolhas nem sempre correspondem a grandes e prolongados feitos. Ainda me lembro de Jorge Sampaio ter atribuído alta condecoração a um condutor de automóveis só porque o rapaz foi seleccionado para experimentar os pedais na fórmula 1. E agora aparece Joana Vasconcelos, aos trinta e poucos anos, com um reconhecimento por uma carreira brilhante. Não o ponho em causa. Mas o que fazer com Joana daqui a trinta anos? Põe-se num altar? Já as medalhas para Paulo de Carvalho ou Moita Flores não entendo mesmo.
”Por outro lado houve o caso Salgueiro Maia. Quando o agora Presidente era primeiro-ministro, preferiu premiar, com generosas pensões, dois ex-agentes da PIDE em vez do revoltoso militar do 25 de Abril. Um dos pides contemplados foi um dos atiradores que, no dia da revolta, atirou contra a população, resultando do acto heróico uma morte.
”Na altura houve grande burburinho à volta do assunto. Mas deu em nada. A arrogância de Cavaco estava em alta. Agora fez para ali qualquer coisa para juntar água à fervura. A razão puxava o sentimento: Sagueiro Maia era de Santarém, terra das comemorações.
Ӄ por estas e por outras que raramente vou a qualquer lado com Cavaco.
”O veto ao ajuste da lei de financiamento dos partidos foi uma excepção.”
O sociólogo António Barreto exortou os diversos poderes, do político ao empresarial, a serem exemplos para o resto da sociedade portuguesa.
Bento era o treinador de José Eduardo Bettencourt, enquanto candidato à presidência do Sporting. Agora é o técnico do presidente para as próximas duas temporadas.
O ‘cartão de cidadão’ tem o número de eleitor no “chip” e isso tem criado dificuldades em muitas mesas de voto.
Quem não teve qualquer dificuldade foi José Sócrates que, com o seu ar superior – natural a quem está lá em cima – explicou, frente às câmaras das televisões, que mandou uma mensagem para um número (que ele mostrou ter na ponta da língua) seguido do número de BI e do nome e, passados três segundos recebeu uma mensagem a dizer-lhe onde votava e qual o seu número de eleitor.
Não é por acaso que um homem tão decidido chega onde chegou!
As judocas Joana Ramos e Telma Monteiro conquistaram, este sábado, a medalha de ouro na Taça do Mundo de Lisboa de judo, a decorrer no Complexo Municipal de Desportos - Cidade de Almada. Leandra Freitas conquistou a medalha de bronze.
Novamente o futebol para nos dar uma alegria (a quem gosta destas coisas da bola), com um triunfo na Albânia, por 2-1, com o último tento a ser conseguido no período de compensação, neste dia de reflexão para as eleições para o Parlamento Europeu.
Estas notícias colhem-nos sempre de surpresa.
Humberto Daniel, membro das comissões políticas distrital e concelhia de Setúbal do Partido Socialista, faleceu esta noite no salão nobre da Câmara Municipal quando fazia uma intervenção política, onde tecia duras críticas à intervenção em curso na zona ribeirinha no âmbito do programa Polis.
O ex-presidente da Junta de Freguesia de S. Sebastião, na cidade do Sado, sentiu-se mal, não mais voltando a recuperar a consciência.
Uma equipa médica de emergência tentou, durante cerca de uma hora, sem êxito, reanimar o dirigente socialista.
Fundador da Juventude Socialista, Humberto Daniel morreu aos 48 anos. Deixa dois filhos maiores e ia ser pai dentro de pouco tempo do primeiro filho do seu segundo casamento.
No Diário de Notícias desta quinta-feira lê-se: “Limpeza da floresta ameaça biodiversidade”.
Não temos grande vocação como ecologistas nem como bombeiros, mas ficam-nos grandes dúvidas quando no pós-título se diz que “As novas medidas de prevenção de fogos podem ‘causar a extinção de muitas espécies de insectos’ alerta um especialista, explicando que estes são fundamentais para o ecossistema”.
Face a isto, perguntamos: - E se não se limpar a floresta e houver fogo, não se extinguem esses mesmos insectos?
Arménio Vieira, poeta e ficcionista cabo-verdiano, foi distinguido com o Prémio Camões.
O Prémio Camões, criado em 1988 pelos governos português e brasileiro, distingue todos os anos escritores dos países lusófonos.
É sob este título que Batista-Bastos escreva a habitual crónica no «Diário de Notícias» e donde se destaca que “Esta democracia reflecte a debilidade de convicções morais de quem dela se diz paladino».
Carlos Azenha foi apresentado como novo Técnico do Vitória de Setúbal e na sua apresentação fez questão de dizer que a equipa vai jogar “com a defesa do Milan, de Sacchi, e o ataque do Barcelona, de Van Gaal”.
Tá feito, dizemos nós, a quem persiste a dúvida de como é que vai actuar o meio-campo.
O artista plástico Júlio Pomar foi distinguido com o Prémio Latinidade 2009 da União Latina, “pela consagração da obra como grande artista plástico, a nível nacional e internacional”.
Pomar, de 83 anos, sucede a Luís Miguel Cintra na lista de vencedores do prémio.
Um dos nossos grandes erros é não ouvir o que os mais Velhos têm para nos dizer. Esta terça-feira, Adriano Moreira e Mário Soares, prendam-nos com dois artigos no «Diário de Notícias», pág 50 e 51, donde se destaca:
Adriano Moreira – “O debate nacional europeu decorre sem referência de notar sobre a queda dos valores da sua identidade”.
Mário Soares: - “Falta-nos um debate político e institucional europeu e quanto ao futuro que iremos jogar no mundo”.